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Por Adhemir Marthins

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

ASSEMBLÉIA CELEBRANTE NÃO É SHOW E NEM ESPETÁCULO

O que significa participação da Liturgia? Participar, como sabemos, é tomar parte. Participar da Liturgia significa tomar parte, ter parte da Obra de Deus da Salvação.

O Concílio Vaticano II, no Documento sobre a Sagrada Liturgia, chamado Sacrosanctum Concilium, diz que o povo de Deus, todo ele povo sacerdotal, real e profético tem o dever e o direito de participar de maneira consciente, ativa e plena da Sagrada Liturgia (Cf. SC 14).

O objetivo dessa participação é a participação eficaz ou frutuosa. Esta participação frutuosa ou eficaz consiste na realização da comunicação com Deus, na vivência do mistério celebrado.
Então, para que possa haver participação frutuosa é necessário, em primeiro lugar, que ela seja consciente. O povo, os fiéis saibam o que celebram. Isso é função da Catequese, da formação cristã e da iniciação à vida litúrgica.

Depois, esta participação deverá ser ativa. A assembleia e cada membro da assembleia participam ativamente não só falando e cantando. Participação ativa não é apenas participação oral ou através da palavra, mas através de todas as faculdades e sentidos. 

Assim, a participação pode ser também através da escuta, ouvindo a palavra de Deus ou acompanhando, em silêncio, as orações. Entra-se em comunhão com o mistério celebrando através da vista, contemplando os gestos, os movimentos, os objetos e o próprio espaço de celebração. Reza-se também pelo olfato e pelo paladar. O rito litúrgico faz uso também do sentido do tato. Acolhe-se o mistério no silêncio profundo da mente e do coração.

Claro que o meio ou a linguagem mais usada na Liturgia é a palavra, seja ela a Palavra de Deus ou a palavra da Igreja. A palavra da Igreja se dá através das orações, dos diálogos, das aclamações, das fórmulas sacramentais, das bênçãos, das ladainhas, das preces. Os textos podem ser recitados, proclamados ou cantados.

Importa, porém, cantar os textos litúrgicos, pelos quais se comemoram os mistérios celebrados e não qualquer coisa em qualquer lugar. O grupo de cantores faz parte da assembleia, toda ela celebrante. Ele ajuda toda a assembléia a cantar. Canta com a assembleia e não para a assembleia.

Sendo a participação ativa tão ampla, é totalmente contra o espírito da Sagrada Liturgia transformar a assembleia celebrante em plateia de show ou de espetáculo.

Convém que na Liturgia da Missa, sobretudo, nos domingos e festas solenes, haja canto. Mas, é preciso cantar a Missa e não na Missa. Pode-se cantar maior ou menor número de textos.
Pode, pois, haver três níveis ou graus de Missa com canto.

O primeiro nível de Missa cantada é o diálogo cantado entre o Sacerdote presidente ou os ministros e a assembleia. O segundo grau ou nível de Missa cantada é o primeiro, mais as partes que são cantadas por todos, chamadas partes Comuns da Missa, como o Senhor, o Glória, o Creio, o Santo e o Cordeiro de Deus. Só depois vem o terceiro grau de Missa cantada: o primeiro, o segundo e as partes próprias de cada Missa, dos Domingos e dos Tempos litúrgicos, como o Canto da Entrada, das Oferendas e da Comunhão.

Muita coisa terá que ser feito ainda para que isso aconteça e haja uma participação consciente, ativa e plena da Sagrada Liturgia, para que haja uma participação frutuosa ou eficaz. Eis a função da Catequese, de toda a Pastoral litúrgica, incluindo a formação musical dos seminaristas, dos sacerdotes e de todo o povo fiel.

Frei Alberto Beckhäuser, OFM

FONTE: http://www.franciscanos.org.br/?p=106892

terça-feira, 29 de março de 2016

CÍRIO PASCAL

O Círio Pascal estará acesso por quarenta dias nos lembrando isso. A grande vela acesa simboliza o Senhor Ressuscitado. É o símbolo mais destacado do Tempo Pascal. A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera. O produto das abelhas. O círio mais importante é o que é aceso na vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro enfeitado. O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília, por isso ele traz uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos. O Círio Pascal tem em sua cera incrustado cinco cravos de incenso simbolizando as cinco chagas santas e gloriosas do Senhor da Cruz.

O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do Tempo Pascal, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério. O Círio Pascal também é usado durante os batismos e as exéquias, quer dizer no princípio e o término da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna.

No Vaticano, a cera do Círio Pascal do ano anterior é usada para a confecção do “Agnus Dei” (Cordeiro de Deus), que muitos católicos usam no pescoço; é um sacramental valioso para nos proteger dos perigos desta vida, pois é feito do Círio que representa o próprio Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele é confeccionado de cera branca onde se imprime a figura de um cordeiro, símbolo do Cordeiro Imolado para reparar os pecados do mundo.

Esses “Agnus Dei” são mergulhados pelo Papa em água misturada com bálsamo e o óleo Sagrado Crisma. O Sumo Pontífice eleva profundas orações a Deus implorando para os fiéis que os usarem com fé, as seguintes graças: expulsar as tentações, aumentar a piedade, afastar a tibieza, os perigos de veneno e de morte súbita, livrar das insidias, preservar dos raios, tempestades, dos perigos das ondas e do fogo – impedir que qualquer força inimiga nos prejudique – ajudar as mães no nascimento das crianças.

FONTE: http://cleofas.com.br/a-importancia-da-oitava-de-pascoa/

A IMPORTÂNCIA DA OITAVA DA PÁSCOA.

Após o domingo de Páscoa a Igreja vive o Tempo Pascal; são sete semanas em que celebra a presença de Jesus Cristo Ressuscitado entre os Apóstolos, dando-lhes as suas últimas instruções (At1,2). Quarenta dias depois da Ressurreição Jesus teve a sua Ascensão ao Céu, e ao final dos 49 dias enviou o Espírito Santo sobre a Igreja reunida no Cenáculo com a Virgem Maria. É o coroamento da Páscoa. O Espírito Santo dado à Igreja é o grande dom do Cristo glorioso. 
 
O Tempo Pascal compreende esses cinquenta dias (em grego = “pentecostes”), vividos e celebrados “como um só dia”. Dizem as Normas Universais do Ano Litúrgico que: “os cinquenta dias entre o domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes devem ser celebrados com alegria e júbilo, “como se fosse um único dia festivo”, como um grande domingo” (n. 22).

É importante não perder o caráter unitário dessas sete semanas. A primeira semana é a “oitava da Páscoa”. Ela termina com o domingo da oitava, chamado “in albis”, porque nesse dia os recém batizados tiravam as vestes brancas recebidas no dia do Batismo.

Esse é o Tempo litúrgico mais forte de todo o ano. É a Páscoa (passagem) de Cristo da morte à vida, a sua existência definitiva e gloriosa. É a Páscoa também da Igreja, seu Corpo. No dia de Pentecostes a Igreja é introduzida na “vida nova” do Reino de Deus. Daí para frente o Espírito Santo guiará e assistirá a Igreja em sua missão de salvar o mundo, até que o Senhor volte no Último Dia, a Parusia. Com a vinda do Espírito Santo à Igreja, entramos “nos últimos tempos” e a salvação está definitivamente decretada; é irreversível; as forças o inferno vencidas pelo Cristo na cruz, não são mais capazes de barrar o avanço do Reino de Deus, até que o Senhor volte na Parusia.

A Igreja logo nos primórdios começou a celebrar as sete semanas do Tempo Pascal, para “prolongar a alegria da Ressurreição” até a grande festa de Pentecostes. É um tempo de prolongada alegria espiritual. Esse tempo deve ser vivido na expectativa da vinda do Espírito Santo; deve ser o tempo de um longo Cenáculo de oração confiante.

Nestes cinquenta dias de Tempo Pascal, e, de modo especial na Oitava da Páscoa, o Círio Pascal é aceso em todas as celebrações, até o domingo de Pentecostes. Ele simboliza o Cristo ressuscitado no meio da Igreja. Ele deve nos lembrar que todo medo deve ser banido porque o Senhor ressuscitado caminha conosco, mesmo no vale da morte (Sl 22). É tempo de renovar a confiança no Senhor, colocar em suas mãos a nossa vida e o nosso destino, como diz o salmista: “Confia os teus cuidados ao Senhor e Ele certamente agirá” (Salmo 35,6).
Os vários domingos do Tempo Pascal não se chamam, por exemplo, “terceiro domingo depois da Páscoa”, mas “III domingo de Páscoa”. As leituras da Palavra de Deus dos oito domingos deste Tempo na Santa Missa estão voltados para a Ressurreição. A primeira leitura é sempre dos Atos dos Apóstolos, as ações da Igreja primitiva, que no meio de perseguições anunciou o Senhor ressuscitado e o seu Reino, com destemor e alegria.

FONTE: http://cleofas.com.br/a-importancia-da-oitava-de-pascoa/

quinta-feira, 24 de março de 2016

PORQUE A DATA DA PÁSCOA NÃO É FIXA?

Como se conta os quarenta dias da quaresma e se estipula  a data do carnaval e  semana santa, mais precisamente a Páscoa; pois, fico sempre na dúvida e não entendo o motivo pelo qual todo ano muda-se a data de carnaval. Por favor, poderia explicar?
 
A primeira data que é marcada no Calendário Civil é a data da Páscoa, isto varia a cada ano por causa do ciclo da Lua; a Páscoa é no primeiro domingo depois da primeira Lua Cheia, após 21 de março. Em função dessa data são marcadas todas as festas que têm data variável. A quarta-feira de cinzas é marcada 40 dias antes do domingo de Ramos, e o Carnaval são os dias antes.

FONTE: http://cleofas.com.br/por-que-a-data-da-pascoa-nao-e-fixa/

QUAIS SÃO OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA?

Cordeiro
O cordeiro que os israelitas sacrificavam no templo no primeiro dia da páscoa como memorial da libertação do Egito, na qual o sangue do cordeiro foi o sinal que livrou os seus primogênitos. Este cordeiro era degolado no templo.

Os sacerdotes derramavam seu sangue junto ao altar e a carne era comida na ceia pascal. Aquele cordeiro prefigurava a Cristo, ao qual Paulo chama “nossa Páscoa” (Cor 5, 7).

João Batista, quando está junto ao rio Jordão em companhia de alguns;

Também o Apocalipse apresenta Cristo como cordeiro sacrificado, agora vivo e glorioso no céu. (Cf. AP 5,6.12; 13, 8).discípulos e vê Jesus passando, aponta-o em dois dias consecutivos dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jô 1, 29 e 36).Isaías o tinha visto também como cordeiro sacrificado por nossos pecados (Cf. Is 53, 7-12).
Ovoovos_pascoa
O costume e tradição dos ovos estão associados com a Páscoa há séculos. Símbolo da fertilidade e nova vida. A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento. O sepulcro de Jesus ocultava uma vida nova que irrompeu na noite pascal. Ofertar ovos significa desejar que a vida se renove em nós.

coelho 
Coelho
 Por serem animais capazes de gerar grandes ninhadas e reproduzirem-se várias vezes ao ano, sua imagem simboliza a capacidade da Igreja de produzir novos discípulos de Jesus, Filho de Deus.

pao e vinho
Pão e vinho
Na ceia do senhor, Jesus escolheu o pão e o vinho para dar vazão ao seu amor.
Representando o seu corpo e sangue, eles são dados aos seus discípulos para celebrar a vida eterna.

cruz
Cruz
A cruz mistifica todo o significado da Páscoa na ressurreição e também no sofrimento de Cristo.
No Conselho de Niceia em 325 d.c., Constantim decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo.
Então não somente um símbolo da Páscoa, mas símbolo primordial da fé católica.

Círio Pascal
cirio pascal
É uma grande vela que é acesa no fogo novo, no Sábado Santo, logo no início da celebração da Vigília Pascal. Assim como o fogo destrói as trevas, a luz que é Jesus Cristo afugenta toda atreva do erro, da morte, do pecado. É o símbolo de Jesus ressuscitado, a luz dos Povos. Após a bênção do fogo acende-se, nele, o Círio. Faz-se a inscrição dos algarismos do ano em curso; depois crava-se neste, cinco grãos de incenso que lembram as cinco chagas de Jesus e as letras “alfa” e “Ômega”, primeira e última letra do alfabeto grego, que significa o princípio e o fim de todas as coisas.

FONTE:http://cleofas.com.br/quais-sao-os-simbolos-da-pascoa/

A IGREJA CATÓLICA PROIBE O CONSUMO DE CARNE NA SEXTA FEIRA SANTA?

O jejum é uma tradição que surgiu na Idade Antiga e se consolidou na Idade Média, época em que pessoas humildes raramente provavam carne.

Na época, o povo vivia em terras alheias e a carne vermelha era consumida só em banquetes, nas cortes e nas residências dos nobres. Ela tornou-se, então, símbolo da gula, associado ao pecado. Dessa forma, a Igreja orientava os fiéis a comerem carne à vontade antes da quaresma – o que deu origem aos banquetes chamados “carne vale” e ao nosso carnaval – e depois se absterem de carne, durante os 40 dias que antecediam a Páscoa. O peixe não chegou a entrar na lista da abstinência porque sua presença era irrelevante nos banquetes medievais.

Com o passar dos séculos, a carne deixou de estar presente somente nos banquetes e perdeu seu caráter simbólico de pecado. A orientação atual é que os católicos se abstenham na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa. Pessoas enfermas, idosas e crianças são isentas dessa orientação.

Fonte: Irmã Maria Inês Carniato, da Editora Paulinas.

SEMANA SANTA (1)

O maior acontecimento da História da humanidade é a Encarnação, Vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem. Nada neste mundo supera a grandiosidade deste acontecimento. Os grandes homens e as grandes mulheres, sobretudo os Santos e Santas se debruçaram sobre este acontecimento e dele tiraram a razão de ser de suas vidas.
 
Depois da Encarnação e Morte cruel de Jesus na Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus pela humanidade. Disse o próprio Jesus que “Deus amou a tal ponto o mundo que deu o seu Filho Único para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3, 16)

São Paulo explica a grandeza desse amor de Deus por nós com as palavras aos romanos:
“Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós… Se, quando éramos ainda inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, com muito mais razão, estando já reconciliados, seremos salvos por sua vida.” (Rm 5,8-10)

Cristo veio a este mundo para nos salvar, para morrer por nós. Deus humanado morreu por nós. O que mais poderíamos exigir de Deus para demonstrar a nós o seu amor? Sem isto a humanidade estaria definitivamente longe de Deus por toda a eternidade, vivendo o inferno, a separação de Deus. Por quê?

Porque o homem pecou e peca, desde os nossos primeiros antepassados; e o pecado é uma ofensa grave a Deus, uma desobediência às suas santas Leis que rompe nossa comunhão com Ele; e esta ofensa se torna infinita diante da Majestade de Deus que é infinita. Por isso, diante da Justiça de Deus, somente uma reparação de valor Infinito poderia reparar essa ofensa da humanidade a Deus. E, como não havia um homem sequer capaz de reparar com o seu sacrifício esta ofensa infinita a Deus, então, o próprio Deus na Pessoa do Verbo veio realizar essa missão.

Não pense que Deus seja malvado e que exige o Sacrifício cruento do Seu Filho na Cruz, por mero deleite ou para tirar vingança da humanidade. Não, não se trata disso. Acontece que Deus é Amor, mas também é Justiça. O Amor é Justo. Quem erra deve reparar o seu erro; mesmo humanamente exigimos isto; esta lei não existe no meio dos animais. Então, como a humanidade prevaricou contra Deus, ela tinha de reparar essa ofensa não simplesmente a Deus, mas à Justiça divina sob a qual este mundo foi erigido. Sabemos que no Juízo Final Deus fará toda justiça com cada um; cada injustiça que nos foi feita será reparada no Dia do Juízo.

Nisto vemos o quanto Deus ama, valoriza, respeita o homem. O Verbo divino se apresentou diante do Pai e se ofereceu para salvar a sua mais bela criatura, gerada “à sua imagem e semelhança” (Gn 1, 26).

FONTE: http://cleofas.com.br/a-semana-santa/

A SEMANA SANTA (2)

A Semana Santa celebra todos os anos este acontecimento inefável: a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo para a salvação da humanidade; para o seu resgate das mãos do demônio, e a sua transferência para o mundo da luz, para a liberdade dos filhos de Deus. Estávamos todos cativos do demônio, que no Paraíso tomou posse da humanidade pelo pecado. E com o pecado veio a morte (Rm 6,23).

Mas agora Jesus nos libertou; “pagou o preço do nosso Resgate”. Disse São Paulo: “Sepultados com ele no batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos. Mortos pelos vossos pecados e pela incircuncisão da vossa carne, chamou-vos novamente à vida em companhia com ele. É ele que nos perdoou todos os pecados, cancelando o documento escrito contra nós, cujas prescrições nos condenavam. Aboliu-o definitivamente, ao encravá-lo na cruz. Espoliou os principados e potestades, e os expôs ao ridículo, triunfando deles pela cruz. (Col 2, 12-14)

Quando fomos batizados, aplicou-se a cada um de nós os efeitos da Morte e Ressurreição de Jesus; a pia batismal é portanto o túmulo do nosso homem velho e o berço do nosso homem novo que vive para Deus e sua Justiça. É por isso que na Vigília Pascal do Sábado Santo renovamos as Promessas do Batismo.

O cristão que entendeu tudo isso celebra a Semana Santa com grande alegria e recebe muitas graças. Aqueles que fogem para as praias e os passeios, fazendo apenas um grande feriado; é porque ainda não entenderam a grandeza da Semana Santa e não experimentaram ainda suas graças. Ajudemos essas pessoas a conhecerem tão grande Mistério de Amor.

O católico convicto celebra com alegria cada função litúrgica do Tríduo Pascal e da Páscoa. Toda a Quaresma nos prepara para celebrar com as disposições necessárias a Semana Santa. Ela se inicia com a celebração da Entrada de Jesus em Jerusalém, o Domingo de Ramos. O povo simples e fervoroso aclama Jesus como Salvador. O povo grita “Hosana!”, “Salva-nos!”; Ele é Redentor do homem. Nós também precisamos proclamar que Ele, e só Ele, é o nosso Salvador (cf. At 4,12).

Na Missa dos Santos Óleos a Igreja celebra a Instituição do Sacramento da Ordem e a bênção dos santos óleos do Batismo, da Crisma e da Unção dos Enfermos. Na Missa do Lava-pés, na noite da Quinta-feira Santa, a Igreja celebra a Última Ceia de Jesus com os Apóstolos onde Ele instituiu a Sagrada Eucaristia e deu suas últimas orientações aos Apóstolos.

Na Sexta-Feira Santa a Igreja guarda o grande silêncio diante da celebração da morte do seu Senhor. Às três horas da tarde é celebrada a Paixão e Morte do Senhor. Em seguida, a Procissão do Senhor Morto por cada um de nós. Cristo não está morto, e nem morre outra vez, mas celebrar a sua Morte é participar dos frutos da Redenção.

Na Vigília Pascal a Igreja canta o “Exultet”, o canto da Páscoa, a celebração da Ressurreição do Senhor que venceu a morte, a dor, o inferno, o pecado. É o canto da Vitória. “Ó morte onde está o teu aguilhão?”

A vitória de Cristo é a vitória de cada um de nós que morreu com Ele no Batismo e ressuscitou para a vida permanente em Deus; agora e na eternidade.

Celebrar a Semana Santa é celebrar a vida, a vitória para sempre. É recomeçar uma vida nova, longe do pecado e em comunhão mais intima com Deus. Diante de um mundo carente de esperança, que desanima da vida porque não conhece a sua beleza, celebrar a Semana Santa é fortalecer a esperança que dá a vida. O Papa Bento XVI disse em sua encíclica “Spe Salvi”, que sem Deus não há esperança; e sem esperança não há vida.

Esta é a Semana Santa que o mundo precisa celebrar para vencer seus males, suas tristezas, suas desesperanças.

FONTE: http://cleofas.com.br/a-semana-santa/

COMO VIVER BEM A SEMANA SANTA

A Semana Santa começa com o Domingo de Ramos, mas a Igreja valoriza mais os três últimos dias, o Tríduo Pascal (quinta, sexta e sábado). É um tempo de contemplação da Paixão de Cristo e é muito importante viver a oração e meditação.

O QUE SIGNIFICAM OS RAMOS?

Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Santa Missa [do Domingo de Ramos], lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente. Mostra-nos que a nossa pátria não é neste mundo, mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda pela casa do Pai.

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora Lhe vira as costas e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse dia [Domingo de Ramos]!

O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado.

A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. “Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido”, pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.

O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.
 
FONTE:http://cleofas.com.br/as-licoes-do-domingo-de-ramos/

AS LIÇÕES DE DOMINGO DE RAMOS

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, cuja liturgia celebra a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém montado em um jumentinho (o símbolo da humildade), que é aclamado pelo povo simples. As pessoas O aplaudiam como “Aquele que vem em nome do Senhor”; esse mesmo povo que O viu ressuscitar Lázaro de Betânia poucos dias antes, estava maravilhado, e tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas. Porém, pareciam ter se enganado no tipo de Messias que o Senhor era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Davi e Salomão. 
 
Para deixar claro a esse povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Cristo entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena, pois não Ele é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de “Hosana” com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Hosana quer dizer “salva-nos!”.
Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.

FONTE: http://cleofas.com.br/as-licoes-do-domingo-de-ramos/

quarta-feira, 9 de março de 2016

PORQUE COBRIMOS AS IMAGENS SACRAS NA QUARESMA?

De onde vem o costume católico de velar as imagens sacras durante o tempo litúrgico da Quaresma?

A resposta para essa questão deve ser encontrada na riquíssima arquitetura litúrgica da Igreja. Em primeiro lugar, não é verdade que as imagens sejam cobertas por toda a Quaresma, mas somente nos dias que precedem a Paixão do Senhor, mais exatamente a partir do 5.º Domingo da Quaresma. Diferentemente do Missal Romano de 1962, as rubricas do Missal de Paulo VI não preveem mais a obrigatoriedade dessa prática (cf.Paschalis Sollemnitatis, n. 26). Cabe às Conferências Episcopais discernir a oportunidade de se manter esse costume em cada região, a depender da recepção cultural que o acompanha. Como o Brasil é um país de antiga tradição católica, não há problema algum na sua observância.

Mais importante que a letra da rubrica, porém, é compreender o seu significado. Ao velar o crucifixo, até a Sexta-feira Santa, e as imagens dos santos, até a Vigília Pascal, a Igreja antecipa o luto pela morte de seu Senhor, incutindo nos fiéis uma mortificação à sua visão. O foco das leituras também é outro: nas primeiras semanas da Quaresma, os textos litúrgicos chamavam sobretudo à penitência e à conversão pessoais; a partir da 5.ª semana da Quaresma — que, no calendário antigo, se chamava simplesmente 1.º Domingo da Paixão —, os fiéis começam a ouvir as narrativas do Evangelho de São João, chamados a manter o olhar fixo em Jesus crucificado, não tanto com os olhos da carne, mas com os da alma.

Em sua pedagogia de mãe, portanto, a Igreja introduz-nos em um mistério. Neste fim de semana, as cruzes são veladas, mas, na Sexta-feira da Paixão, novamente elas são descobertas e dadas à adoração dos fiéis. Com esse gesto, os católicos, evidentemente, não adoramos um pedaço de madeira ou de gesso (cf.S. Th., III, q. 25, a. 4), mas o amor de Cristo que se manifestou na Cruz. Aproveitemos esse tempo de silêncio e sobriedade, intensifiquemos a nossa vida de penitência e meditemos sobre o infinito amor do Senhor, o qual, "amando os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim" (Jo 13, 1).

FONTE: https://padrepauloricardo.org/episodios/por-que-cobrimos-as-imagens-sacras-na-quaresma?mc_cid=4739ff5171&mc_eid=f068db9414

sábado, 12 de dezembro de 2015

3º DOMINGO DO ADVENTO (ANO C)

Leituras

Sofonias 3,14-18a. O Senhor, teu Deus está no meio de ti.
Isaias 12,2-6. O Senhor é minha força, meu louvor e salvação.
Filipenses 4,4-7. O Senhor está próximo.
Lucas 3,10-18: Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo.

“DE MUITOS MODOS JOÃO ANUNCIAVA AO POVO A BOA-NOVA”

 REFLETINDO A PALAVRA

Domingo Gaudete. Iniciamos a terceira semana do Advento preparando-nos para a celebração do Senhor que vem. Tempo de Advento é um tempo em que o Senhor nos alerta para a verdade de sua vinda em nosso meio.

A terceira vela que acendemos na Coroa do Advento nos faz sentir que já percorremos um bom caminho de preparação para celebrarmos a verdade da vinda do Senhor. Aproxima-se a festa da vinda do Salvador. Por isso, este domingo é o domingo chamado “Gaudete”, isto é, “da Alegria”, pelo prazer que começamos a experimentar diante da proximidade da “vinda”.

O Terceiro Domingo do Advento celebra a nossa alegria porque nos aproximamos da manifestação do Senhor na carne, isto é, como pessoa humana, em Jesus de Nazaré e por consequência, naqueles e naquelas que celebram sua memória e a seu Corpo estão vinculados.

sábado, 28 de novembro de 2015

1º DOMINGO DO ADVENTO (ANO C)

Leituras
Jeremias 33,14-16. O Senhor é a nossa justiça.
Salmo 24/25,4-5.8-10.14. Vossa verdade me oriente e me conduza.
1Tessalonicensses 3,12—4,2. Fazei progressos ainda maiores.
Lucas 21,25-28.34-36. Ficai atentos e orai a todo momento.
“LEVANTAI-VOS E ERGUEI A CABEÇA, PORQUE A VOSSA LIBERTAÇÃO ESTÁ PRÓXIMA”
REFLETINDO A PALAVRA
Domingo da vigilância. Com o Primeiro Domingo do Advento, iniciamos não só um novo tempo litúrgico mas também um novo Ano Litúrgico e também nossa caminhada rumo à celebração do Natal de Cristo, Deus que veio e armou sua tenda entre nós. Iniciamos o tempo da esperança.
Começamos, pois, um tempo de vigilante expectativa. Queremos ser vigilantes, porque somos comprometidos e atuantes como discípulos missionários. Temos expectativa, porque queremos que o Natal se realize no íntimo de cada um de nós, no interior das comunidades e daí transcenda para todos os homens e mulheres de boa vontade.
Somos convocados a percorrer com Jesus Cristo um itinerário pascal. Nesse caminho, passamos pela espera ardente do Advento da definitiva vinda do Senhor, pela divinização, encarnação e manifestação do Filho de Deus em nossa humanidade, celebrada no Natal e na Epifania.
Nesse ano, comemorando o Ano da Fé, confirma-se, mais uma vez, a liturgia da Igreja como o lugar privilegiado de manifestar aquilo que a Igreja crê.
Hoje acendemos a 1ª vela da Coroa do Advento. Ela representa a luz que vem nos iluminar para percebermos, em nossa vida, os sinais da manifestação de Deus e também enxergarmos o que nos afasta de seu caminho e, portanto, exige de nós conversão. Ela é a luz do Senhor pela qual queremos nos deixar guiar.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO REI DO UNIVERSO (ANO B)


Leituras
 
Daniel 7,13-14. Foram-lhe dados poder, glória e realeza.
Salmo 92/93,1-2.5. Verdadeiros são os vossos testemunhos.
Apocalipse 1,5-8. A ele a glória e o poder, em eternidade. Amém.
João 18,33b-37. O meu reino não é deste mundo.

“TODO AQUELE QUE É DA VERDADE ESCUTA A MINHA VOZ”

REFLETINDO A PALAVRA

Domingo de Cristo Rei do Universo. Celebramos a Páscoa de Jesus e de todas as pessoas que trabalham para apressar no mundo o Reino de Deus. A comemoração de Jesus Cristo, Rei do Universo, encerra o Ano Litúrgico. Jesus Cristo é o Alfa e o Ômega, começo e fim da história humana que Deus transforma em história da salvação. Com a Solenidade de Cristo, Senhor e Rei do Universo, concluímos o Ano litúrgico. É uma festa recente, em honra do Senhor Jesus.

A festa de Cristo Rei como celebração litúrgica foi instituída pelo papa Pio XI, com a Encíclica Quas Primas, em 11 de novembro de 1925. O papa fixou o último domingo de outubro, como data da festa de Cristo Rei, principalmente tendo em vista a festa subsequente de Todos os Santos, “a fim de que se proclamasse abertamente a glória daquele que triunfa em todos os santos eleitos”. A reforma litúrgica do Vaticano II transferiu a data do último domingo de outubro para o último domingo do Tempo Comum. Desse modo, concedeu à celebração um significado diferente, destacando a dimensão escatológica do Reino na sua consumação final. Com essa mudança, Cristo aparece como centro e Senhor da história, Alfa e Ômega, Princípio e Fim (cf. Apocalipse 22,12-13). É a Festa do Cristo Kyrios.

A Igreja no Brasil comemora hoje o Dia dos Leigos, os missionários do Reino de Deus nas diferentes áreas e atividades que tecem a vida humana, religiosa e social. Neste último domingo do Ano Litúrgico, louvemos e agradecemos ao Senhor por todas as graças e bênçãos recebidas de sua bondade, ao longo da caminhada do ano que passou.

Reafirmar Cristo como o nosso Rei é empenhar-se na busca incessante desta realidade nova. É modificar as condições históricas em que vivemos e fazer o povo caminhar rumo a uma sociedade mais justa. Caso contrário, estaremos negando a realeza de Cristo e aceitando, como reis e senhores absolutos da verdade, os poderosos deste mundo que separam, em diferentes classes sociais, os mesmos filhos de Deus, de tal modo que “as riquezas de uns poucos sejam às custas da pobreza de muitos” (João Paulo II, no México).

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

É PROIBIDO AJOELHAR NA HORA DA CONSAGRAÇÃO?



“Para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho dos seres celestes, dos terrestres e dos que vivem sob a terra, e, para glória de Deus, o Pai, toda língua confesse: Jesus é o Senhor.” (Fl 2,10)
 
Muitas pessoas perguntam ou ficam na dúvida se na hora da Consagração, na Santa Missa, é proibido ajoelhar, pois, segundo essas pessoas, alguns sacerdotes têm proibido os fiéis de se ajoelharem, dizendo que este momento não é um momento de Adoração. Alguns sacerdotes, segundo algumas informações, estão até retirando os suportes dos bancos, onde se ajoelha. Deveria sim, haver uma motivação para que nos ajoelhemos diante de um momento tão especial e solene. Para clarear a questão verifiquemos o que diz o Missal Romano. Ele nos manda que ajoelhemos no momento da Consagração. Veja o que ele diz:

21 – “Ajoelhem-se durante a Consagração, a não ser que a falta de espaço ou o grande número de presentes ou outras causas razoáveis não o permitam.” (Ed. Paulus, 6ª Edição, pág. 36; n. 21)

Fica, portanto, claro, que os fiéis devem se ajoelhar na hora da Consagração, pois, normalmente não faltam espaços e condições nas nossas igrejas para isto. O que falta muitas vezes é o cuidado, o zelo e uma catequese amadurecida sobre a Santa Missa. "Não querer ajoelhar-se diante do Deus Vivo e presente na Eucaristia é sinal de que algo desordenado está tomando conta da Igreja. O cristão católico que conhece a sua religião e sabe a importância da adesão ao Magistério da Igreja, à fé dos Apóstolos e às Sagradas Escrituras jamais deixará de enxergar no pão e no vinho consagrados a presença real Daquele que está vivo no meio nós."

Nada há de mais importante na vida do cristão católico que a celebração da Santa Missa e, por conseguinte, a consagração. Portanto, ajoelhar-se nesse momento e adorar Aquele que é, deveria ser tão natural quanto respirar. 

Evidentemente que o momento da Consagração não é para uma adoração prolongada do Santíssimo Sacramento, para isto deve se fazer a Adoração ao Santíssimo; mas, quando o Sacerdote levanta a sagrada Hóstia e o Cálice, deve-se prestar-lhes uma breve adoração, conforme nos recomenda S. Pedro Julião Eymard, em suas preciosas obras sobre a sagrada Eucaristia.

FONTE: Para Entender e Celebrar a Liturgia. Felipe Aquino. Editora Cléofas.